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Quem matou Arlene Giugni? Reconstituição do crime ganha data
#INVESTIGAÇÃO

Quem matou Arlene Giugni? Reconstituição do crime ganha data

Uma reunião entre Ministério Público do Pará, Polícia Civil e Polícia Científica deve definir as datas no início da próxima semana.

27/10/2022 2 min de leitura
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Em 18 de janeiro deste ano, Arlene Giugni da Silva foi morta a facadas no edifício Villa Dei Fiori localizado na travessa Dr. Moraes no bairro Batista Campos onde morava com os filhos. Na ocasião, irmã de Juliana Giugni Cavalcante Soriano de Mello, o advogado Leonardo Felipe Giugni Bahia, chegou a assumir a autoria do crime sozinho, mas posteriormente a irmã dele Juliana Giugni foi acusada de ser a autora do homicídio, sendo presa após se entregar na Justiça. O Ministério Público entrou com um recurso contra a liminar concedida pelo Tribunal de Justiça do Pará (TJPA) no dia 21 de outubro que pôs em aqui liberdade a advogada Juliana Giugni Cavalcante Soriano de Mello, suspeita de matar a própria mãe Arlene Giugni da Silva. O homicídio ocorreu no dia 18 de janeiro deste ano no bairro da Batista Campos em Belém. De acordo com o promotor da Vara do Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, Franklin Lobato Prado, a reprodução simulada dos fatos também conhecida como reconstituição já foi solicitada. Na manhã da próxima segunda-feira, 31, o Ministério Público irá se reunir com a Polícia Civil e Polícia Científica do Pará para tratar de todas as provas materiais e perícias levantadas, além de acordarem em uma janela para a reconstituição do crime. Em outro link, em entrevista exclusiva concedida ao DOL no dia 17 de outubro, o advogado criminalista Rodrigo Godinho, que defende Juliana Giugni, disse que o promotor de Justiça Franklin Lobato tem omitido informações para a imprensa e nas peças processuais apresentadas pelo Ministério Público, e que apenas Leonardo Felipe Giugni Bahia seria autor do homicídio. Outra filha de Arlene, Lorena Cavalcante Giugni, também falou com exclusividade com a reportagem e disse que acredita na inocência da irmã Juliana e tem a convicção de que o crime foi premeditado e cometido apenas por uma pessoa. Fonte: Diário Online.

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