
A paraense Jaine Chaves, de 29 anos, natural de São Domingos do Araguaia, no sudeste do Pará, foi encontrada morta na noite de terça-feira (28) em uma propriedade rural no município de Goiatuba, no sul de Goiás. Ela é uma das três vítimas de um triplo homicídio que está sendo investigado pela Polícia Civil de Goiás. O sepultamento de Jaine ocorreu em um cemitério na cidade de Aparecida de Goiânia, onde residia com familiares.
Além de Jaine, as outras vítimas identificadas foram Beatriz Soares, de 27 anos, e Natan Campos, de 35. O principal suspeito do crime é Luciano Sena, de 43 anos, encontrado ferido na mesma propriedade após, segundo a polícia, tentar tirar a própria vida. A situação gerou grande repercussão na região, levantando questões sobre a segurança local.
Conforme informações da Polícia Militar, uma moradora de Aparecida de Goiânia acionou as autoridades após receber uma mensagem de Jaine, na qual a vítima relatava que havia sido baleada e compartilhava a localização da fazenda. Com base nesses dados, as equipes policiais se deslocaram até o local e encontraram Jaine sem vida dentro de um veículo, ao lado do suspeito, que estava ferido e com uma arma sobre o colo.
O Corpo de Bombeiros prestou os primeiros socorros a Luciano, que apresentava sinais vitais, e o encaminhou ao Hospital Municipal de Goiatuba. Durante o atendimento, ele demonstrava estado de confusão e comportamento agressivo. As buscas na propriedade resultaram na localização dos corpos de Beatriz e Natan em diferentes pontos da fazenda, levando à isolação da área para a atuação da Polícia Científica.
As investigações iniciais indicam que Luciano Sena mantinha um relacionamento com uma das vítimas, e a principal linha de apuração sugere que o crime pode ter sido motivado por ciúmes. A motivação será confirmada apenas após a conclusão das investigações. O suspeito segue internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Estadual de Urgências em Goiânia, onde permanece em estado grave e ainda não foi ouvido formalmente pela Polícia Civil. Os corpos das vítimas foram enviados ao Instituto Médico Legal (IML) de Goiânia para exames de necropsia e posterior liberação aos familiares.
Fonte: oliberal.com
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