
A importância dos festivais de cinema para demonstrar a diversidade de temática e estética das cinematografias internacionais é cada vez mais intensa e expressiva. Em um mercado de distribuição e exibição que prioriza ocupar as salas de cinema com filmes comerciais, é necessário estimular e prestigiar a realização de mostras e festivais de cinema.
Em Belém, felizmente, temos o festival Amazônia FiDoc, coordenado por Zienhe Castro e Manoel Leite, que persiste na proposta de criar espaços de exibição para filmes pan-amazônicos. Dessa maneira, é possível conhecer produções de vários países da Pan-Amazônia, incluindo Peru, Colômbia, Venezuela e Bolívia. A edição do Festival Pan-Amazônico de Cinema Amazônia FiDoc, que iniciou no dia 20 de abril e segue com diversas atividades até o final de maio, apresenta uma programação gratuita que inclui filmes em várias mostras competitivas, sessões especiais, debates e atividades formativas.
As atividades do festival ocorrem em diferentes espaços da cidade e também em áreas ribeirinhas, ampliando o acesso ao cinema e fortalecendo o intercâmbio entre realizadores, público e o mercado audiovisual da região. Na Mostra competitiva Amazônia FiDoc, destacam-se os longas-metragens da Amazônia Legal, como “Xingu, nosso rio sagrado” (PA) de Ângela Gomes, “A Mulher Sem Chão” (PA) de Auritha Tabajara e Débora McDowell, “Concerto de Quintal” (RO) de Juraci Júnior, “Terra Devastada” (MA) de Frederico da Cruz Machado, “Como Matar um Rio” (RO) de Chico Santos e “Os Avós” (AM) de Ana Lígia Pimentel. Na mostra competitiva de longas-metragens da Pan-Amazônia, destacam-se os filmes “El Río de los Espíritus” (Equador) de Sani Montahuano, “Boloh Miranda Nase Lino Kueka Memoria Ancestral” (Venezuela) de [nome do diretor].
Fonte: oliberal.com
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