
Em meio vasto e silencioso do espaço, onde rochas milenares cruzam órbitas invisíveis e guardam pistas sobre a origem do sistema solar, uma pesquisadora paraense tem ajudado a escrever novas páginas da astronomia. Longe dos grandes telescópios e centros espaciais, de frente para a tela de um computador, Márcia Kishi transforma curiosidade em descoberta e faz do Pará um ponto ativo no mapa da ciência mundial.
Educadora e pesquisadora apaixonada desde a infância, Márcia se tornou um dos principais nomes da ciência cidadã no Brasil ao ultrapassar a marca de detecções de asteroides por meio do International Astronomical Search Collaboration, iniciativa internacional em parceria com a NASA. O desempenho registrado entre 2016 e 2019 rendeu reconhecimento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, com a concessão de medalhas de mérito.
- Asteroide ‘assassino’ passará raspando a Lua: Nasa monitora
- Planeta Terra ganha uma nova lua que nos acompanhará até…
- NASA alerta sobre asteroide com chance de atingir o Brasil em…
O interesse pela astronomia começou ainda na infância, impulsionado por experiências simples, mas marcantes, como visitas escolares ao planetário. A partir dali, o fascínio pelo céu se transformou em propósito. “Eu sempre amei astronomia desde criança. Amava saber sobre os planetas, constelações, Sol, asteroides. Quando eu era criança, o meu sonho era ganhar um telescópio. Eu amava ir aos passeios da escola no Planetário do Pará, era incrível. Desde então, a minha curiosidade só aumentou”, conta Márcia.
Quando cresceu, o interesse por tecnologia e astronomia foi crescendo ainda mais. Participou de alguns cursos livres na área e depois passou a atuar de forma prática, analisando imagens de telescópios. Esse caminho a levou…
Fonte: dol.com.br
Compartilhe este conteúdo: