
O julgamento de Allan Henrique das Chagas Rocha teve início nesta quarta-feira (17) em Belém, após quase cinco anos do acidente de trânsito que resultou na morte de Renata Corrêa Torres e de sua filha de apenas 2 anos, Maria Luiza Corrêa Torres. O trágico incidente ocorreu em agosto de 2021, na avenida Nazaré, e desde então o caso tem gerado grande repercussão na sociedade.
No primeiro dia de julgamento, foram ouvidos depoimentos de testemunhas, incluindo um policial militar que alegou ter visto os veículos envolvidos trafegando em alta velocidade, desde a avenida Tamandaré. A sessão deve prosseguir com a apresentação dos argumentos da acusação e da defesa, culminando na decisão dos jurados sobre a condenação ou absolvição de Allan pelas mortes.
O acidente, que ocorreu na noite de 25 de agosto de 2021, também resultou em ferimentos graves no marido de Renata, que dirigia o carro da família. A colisão aconteceu no cruzamento das avenidas Nazaré e Generalíssimo Deodoro, onde várias pessoas ficaram feridas e as equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e do Corpo de Bombeiros foram acionadas.
Maria Luiza foi levada para atendimento médico, mas não resistiu aos ferimentos, enquanto Renata também faleceu horas depois. O réu e sua namorada, que estavam no outro veículo, sofreram ferimentos e foram encaminhados para unidades de saúde. As investigações indicam que Allan dirigia um veículo de cor prata, enquanto o carro da família era atingido na traseira, sendo lançado contra uma árvore na avenida.
O caso ganhou notoriedade após a divulgação de imagens de câmeras de segurança que mostraram os veículos em alta velocidade momentos antes da colisão. O marido de Renata relatou à Polícia Civil que tentava retornar para casa com a família quando percebeu a aproximação do carro de Allan, que o seguiu após uma ultrapassagem, resultando no trágico acidente.
Fonte: oliberal.com
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