
De volta ao esporte profissional desde o início do ano, o nadador Nicholas Santos foi o grande vencedor da prova dos 100m borboleta no SP Open no último fim de semana. O título é o primeiro passo do novo projeto pessoal do nadador: a vaga nos Jogos Olímpicos de Los Angeles. Em entrevista à CNN, ele conta como voltou a nadar, os desafios de continuar a carreira aos 41 anos e como pretende chegar à disputa nos Estados Unidos.
A rotina de Nicholas já não era a mesma. Dos treinos diários e a vida regrada, ele estava apenas indo à piscina três vezes por semana e fazendo algumas sessões de musculação, focando na qualidade de vida. “O esporte me traz muita produtividade, me ajudava a trabalhar. Nadei uma prova de forma despretensiosa de masters e fiz só um tempo bom para quem estava parado. Pensei: ‘eu treinava tanto para fazer esse tempo’. Ano passado, em um campeonato master, fiz só. Eu ganharia o Troféu Brasil”, relembra.
Nicholas não nadava profissionalmente desde quando venceu seu último título Mundial. Desde então, ele dividia seu tempo entre os empreendimentos dos quais é sócio e alguns campeonatos masters. Mas algo mudou no ano passado, quando o Conselho Executivo do Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou a inclusão dos 100m borboleta no programa dos Jogos LA. Era a chance de nadar a prova de sua especialidade em uma Olimpíada pela primeira vez. E ele resolveu tentar. “Comecei a pensar e todo mundo começou a falar para eu voltar. Encontrei o Guilherme, hoje meu patrocinador, que fez uma proposta de me apoiar no que fosse preciso. Eu vi que fazia muito sentido tentar a classificação”, contou em entrevista à CNN Esportes.
A rotina de Nicholas já não era a mesma. Dos treinos diários e a vida regrada, ele estava apenas indo à piscina três vezes por semana e fazendo algumas sessões de musculação, focando na qualidade de vida. “O esporte me traz muita produtividade, me ajudava a trabalhar. Nadei uma prova de forma despretensiosa de masters e fiz só um tempo bom para quem estava parado. Pensei: ‘eu treinava tanto para fazer esse tempo’. Ano passado, em um campeonato master, fiz só. Eu ganharia o Troféu Brasil”, relembra.
Fonte: cnnbrasil.com.br
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