
Belém é lar de uma das maiores coleções de mamíferos da América do Sul, com quase mil espécimes. O Museu Paraense Emílio Goeldi abriga o terceiro maior acervo do continente, concentrando registros da fauna amazônica ao longo de décadas. Poucos sabem que essa coleção não está aberta à visitação pública, mas sim no campus de pesquisa da instituição na capital paraense, onde são mantidas as coleções científicas.
Entre os milhares de exemplares guardados, estão animais emblemáticos da Amazônia, como onças-pintadas e peixes-boi, além de primatas e carnívoros que são fundamentais para entender a distribuição dessas espécies no passado e ao longo do tempo. Parte desse material foi reunida de forma menos planejada do que se pensa, como explica a bióloga Alexandra Bezerra, pesquisadora do Museu Goeldi e coautora de um estudo sobre coleções científicas na América do Sul.
A coleção reúne exemplares coletados ao longo do século XX e inclui espécies ameaçadas de extinção, bem como aproximadamente espécimes considerados tipos, utilizados como referência científica para descrever uma espécie. A maioria dos animais catalogados provém da Amazônia Oriental e de áreas de transição, como regiões do Pará, Maranhão, Tocantins e Rondônia. Mesmo com tantos registros, a coleção também evidencia lacunas no conhecimento sobre a fauna brasileira.
Belém é lar de uma das maiores coleções de mamíferos da América do Sul, com quase mil espécimes. O Museu Paraense Emílio Goeldi abriga o terceiro maior acervo do continente, concentrando registros da fauna amazônica ao longo de décadas. Poucos sabem que essa coleção não está aberta à visitação pública, mas sim no campus de pesquisa da instituição na capital paraense, onde são mantidas as coleções científicas.
Fonte: g1.globo.com
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