
Pará registra aumento nos casos de perseguição, o stalking, segundo a Secretaria de Segurança Pública. O crime, tipificado na legislação brasileira, envolve a conduta de perseguir alguém de forma insistente e repetitiva, ameaçando sua integridade física ou psicológica e restringindo sua liberdade. Com o avanço tecnológico, especialistas alertam para o uso de ferramentas de inteligência artificial que podem ampliar a capacidade de vigilância, monitoramento e manipulação de informações pelos perseguidores.
A Segup informou que, no ano passado, pessoas foram detidas pelo crime de stalking, enquanto no ano seguinte o número de prisões chegou a. Neste ano, de janeiro a outubro, a Secretaria contabilizou prisões pelo mesmo motivo. A promotora de justiça Renata Valéria Pinto Cardoso, coordenadora do Núcleo Mulher do Ministério Público do Estado do Pará, explicou que o crime se caracteriza pela conduta reiterada de perseguir alguém, por qualquer meio, de forma capaz de ameaçar sua integridade física ou psicológica, restringir sua liberdade de locomoção ou perturbar sua privacidade e autonomia.
Segundo a promotora, a lei não exige contato físico nem violência direta para a configuração do crime. Basta que a vítima seja colocada em estado de medo, tensão, vigilância forçada ou mudança de rotina devido às investidas do agressor. Essa perseguição pode ocorrer tanto presencialmente quanto por meios tecnológicos.
Fonte: oliberal.com
Nosso Whatsapp
Clique aqui





