
Senado Federal no centro do embate político: a instituição historicamente mais discreta que a Câmara dos Deputados está sob os holofotes nas eleições previstas para outubro. Esse é o tema da série especial da CNN, “A Batalha do Senado”, exibida na última semana no CNN Prime Time.
Ao todo, vagas em disputa: dois terços das cadeiras. A intenção dos partidos é eleger o maior número possível de senadores alinhados aos seus campos políticos. A formação de uma maioria na Casa deve influenciar na dinâmica com outros poderes, além de definir o nível de governabilidade do presidente eleito.
A disputa ganha peso, em especial, pelo impacto que pode ter na relação com o STF (Supremo Tribunal Federal). Esse cenário foi reforçado depois da histórica rejeição de Jorge Messias para uma vaga ao Supremo, fato que não ocorria há mais de 20 anos. Cabe ao Senado aprovar ministros do Supremo, autoridades do governo, embaixadores, presidente e diretores do Banco Central, e chefes de agências reguladoras.
A Casa legislativa também tem a prerrogativa de julgar ações de impeachment de ministros do STF. Processos do tipo nunca avançaram, mas as solicitações se acumulam. Há quase pedidos de impeachment parados no Senado. Opositores ao governo no Congresso pressionam pelo avanço das solicitações e por propostas que alteram as competências dos integrantes do STF. Com iniciativas freadas até o momento, a oposição aposta na mudança do tabuleiro político no próximo ano.
Fonte: cnnbrasil.com.br
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